ESCRIVÃ DA POLÍCIA
FICOU 42 DIAS
ENJAULADA
Tati teria suspeitado que estava
levando uma guampa do marido
com a melhor amiga
Marjorie que é casada, nega que ficou
com o marido da outra, porém foi
massacrada por mãe e filha
Marjorie teria sido torturada
e espancada com requintes
de crueldade
A funcionária Publica Municipal, Lucimara Baptistão Sinabucro Saburo e sua filha Tatiane Augusta Colman da Silva, (na foto), foram soltas pela justiça através de um Habeas Corpus impetrado pelos advogados Rodrigo Muniz Santos e Camila Rodrigues Forigo, da cidade de Ponta Grossa. Lucimara é funcionária da prefeitura, mas estava emprestada para delegacia de Arapoti, onde exercia o papel até de escrivã.
No final do mês passado, a Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, por unanimidade de votos, concedeu a expedição de alvará de soltura. Elas respondem por tortura, sequestro e cárcere privado.
Numa parte de sua defesa, Lucimara alegou que apenas tentou apartar uma briga entre sua filha Tatiane, com a vítima Marjori, após descobrir através do zap zap que supostamente estaria sendo chifrada pelo seu marido.
Os advogados alegaram que Tatiane, ao tomar conhecimento da traição de seu marido com uma de suas melhores amigas, procurou a amante para conversar sobre o ocorrido, sendo que as duas foram até a casa de Lucimara, mãe de Tatiane, onde iniciaram um diálogo mas se desentenderam, brigaram e agrediram-se mutuamente.
Ressaltaram em suas alegações diante da justiça que a reação de Tatiane foi momentânea e impulsionada por profundo abalo psicológico, sem qualquer intenção de torturar ou subtrair a liberdade de Marjori.
Tatiane chegou a ficar foragida por alguns dias após decretada sua prisão, mas por orientação de seus advogados se apresentou e ficou presa em Arapoti com sua mãe por 42 dias, o tempo que levou para conseguirem o Habeas Corpus.
No boletim de ocorrência hospitalar, foi atestando em Marjorie lesões com o emprego das mãos e dos pés e traumatismos superficiais múltiplos da cabeça e reação aguda ao stress.
O diretor do Fórum de Arapoti, Orlando Adão Berehulka, informou nesta semana que a Justiça arapotiense não marcou ainda a data da audiência onde serão ouvidos todos os envolvidos. "Estamos com a pauta lotada". Disse Orlando.
O caso ganhou ampla repercussão na cidade e aconteceu até passeata com manifestação pelas ruas clamando por justiça.
A principio mãe e filha terão que colaborar com a instrução criminal, cumprindo obrigatoriamente aos atos processuais, como comparecer mensalmente em Juízo para informar sobre suas atividades, não se ausentar de Arapoti por mais de oito dias sem autorização judicial e não se aproximar ou manter qualquer contato com a vítima Marjori Talita Juraski.
NOTA DA REDAÇÃO;
Por se tratar de gente da "zelite" de Arapoti, a delegacia de polícia se recusou de fornecer a foto das duas emparedadas e com o logo da polícia cívil nos fundos. Como é feito com os demais pé de chinelos que vão presos.
NETO DE CHICO ANYSIO
É ENCONTRADO MORTO
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http://www.globo758.com.br/canal/canal/encontrado-morto-neto-de-chico-anysio-foi-encontrado-hoje-por-volta-das-12:00-hs-/3128031a1k5s9h3517520657852a21523240